A institucionalização do Registo Zootécnico pela Direcção Geral dos Serviços Pecuários ocorreu em 6 de Novembro de 1987, tendo o mesmo sido delegado na ACOS. Inscreveram-se na fase inicial 7 criadores com um total de 1616 animais.

Várias entidades desenvolveram acções processadas visando o melhoramento e a preservação da raça Campaniça. Refere-se particularmente o trabalho desenvolvido na década de 50 pelo Dr. Teófilo Frazão, Intendente de Pecuária de Beja, que culminou com a publicação da valiosa obra "Ovinos Campaniços" - D.G.S.P. - 1982, que pode ser considerada como a Bíblia da Raça Campaniça.

O efectivo actual da raça ronda os 7000 animais explorados em linha pura, distribuídos pelos concelhos de Barrancos, Beja, Castro Verde, Mértola, Serpa, Vidigueira, e Loulé. Nestas explorações, o sistema tradicional  extensivo tem vindo a ser gradualmente substituído por um regime mais equilibrado com recurso à suplementação alimentar nas épocas de escassez, à melhoria das pastagens e à sua utilização racional, através do parqueamento.